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2010-08-21

Requalificação da Porta Norte - Condicionamento de trânsito

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 23:02

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No âmbito da requalificação em curso da Porta Norte, que visa reabilitar a estrutura metálica, a circulação automóvel na Alameda dos Oceanos, sentido norte-sul, entre a Rotunda dos Vice-reis e a Avenida do Atlântico estará, por razões de segurança, interdita à circulação automóvel de 20 de Agosto a 04 de Setembro de 2010.
Em alternativa, deverá ser utilizada a Av. D. João II, via Avenida da Boa Esperança / Praça do Venturoso  - conforme desenho em anexo.
Ciente dos incómodos que esta intervenção pode causar, a Parque Expo - Gestão Urbana do Parque das Nações solicita a compreensão de todos aqueles que vivem, trabalham ou visitam o Parque das Nações.

2010-05-31

Obras na Alameda Oceanos

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 22:57

A IPODEC tem programada uma intervenção de manutenção na rede de esgotos, a realizar no âmbito do contrato de prestação de serviços com a Parque  Expo - Gestão Urbana do Parque das Nações, na Alameda dos Oceanos de acordo com a seguinte calendarização:

·         31 de Maio e 1 de Junho (09h30 às 17h30) – Alameda dos Oceanos, sentido Norte/Sul, entre a Rua do Caribe e a Rotunda Sul. O trânsito será desviado para a Rua do Pólo Sul;

·         02 de Junho (09h00 às 18h00) – Alameda dos Oceanos, sentido Sul/Norte, entre o Rossio dos Olivais e o retorno em frente ao Edifício Lisboa. Interdição do trânsito a pesados na Alameda dos Oceanos, sentido Sul/Norte. O trânsito ligeiro deverá utilizar preferencialmente a Avenida D. João II ou Rua do Pólo Sul para acesso à zona Norte do Parque das nações;

·         08 de Junho (03h00 às 07h00) – Alameda dos Oceanos, sentido Sul/Norte, entre a Rotunda Sul e o retorno em frente ao Edifício Lisboa. Serão garantidas as saídas do Parque da Doca.

Estes trabalhos serão acompanhados pela Divisão de Trânsito da PSP.

Agradecemos a vossa compreensão pelos incómodos que esta intervenção possa causar.

2010-04-23

“Lisboa Long Distance International Triathlon 2010”, dia 24 Abril, entre as 08h30 e as 15h30

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 19:36

No Sábado, dia 24 de Abril realizar-se-á o já habitual 0“Lisboa Long Distance International Triathlon 2010”, entre as 08h30 e as 15h30.

A circulação automóvel na zona central do Parque das Nações estará fortemente condicionada, em particular na Alameda dos Oceanos, Avenida do Índico e Avenida D. João II.

Poderá ser consultado o nosso site para mais informações www.parquedasnacoes.pt.

2010-04-18

Manutenção torres iluminação Alameda Oceanos - 19 Abril

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 11:44

A Parque Expo – Gestão Urbana do Parque das Nações irá, no dia 19 de Abril, proceder a trabalhos de manutenção das torres de iluminação na Alameda dos Oceanos (sentido Norte/Sul). Os trabalhos serão realizados faseadamente, troço a troço, efectuando-se os respectivos desvios de trânsito para a Rua do Pólo Norte, Avenida da Boa Esperança, de acordo com a calendarização em baixo apresentada:

Ø  Manutenção das torres de iluminação na Alameda dos Oceanos sentido Norte / Sul - Troço entre a Rua do Mar da China e Rua do Mar Vermelho – entre as 9h30 e as 11h30, com desvios de trânsito para a Rua do Mar da China / Rua do Pólo Norte;

Ø  Manutenção das torres de iluminação na Alameda dos Oceanos sentido Norte / Sul - Troço entre a Rua do Mar Vermelho e a Avenida do Índico – entre as 11h30 e as 12h30, com desvios de trânsito para a Rua do Mar Vermelho / Rua do Pólo Norte;

Ø  Manutenção das torres de iluminação na Alameda dos Oceanos  sentido Norte / Sul – Troço entre a Avenida da Boa Esperança e a Rua do Mar da China – entre as 14h00 e as 15h30, com desvios de trânsito para na Rotunda dos Vice-Reis / Avenida da Boa Esperança.

Os trabalhos serão devidamente acompanhados pela Divisão de Trânsito da P.S.P.

Pelo exposto, solicitamos a V/ melhor compreensão, e pedimos desculpa pelos incómodos que estas intervenções possam causar a todos os que vivem, trabalham e visitam esta zona da cidade.

2009-07-16

Notas sobre a vida do Parque das Nações

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:38

1. Segurança

Entre as preocupações que estão na agenda de moradores e comerciantes do Parque das Nações, conta-se a segurança, não por termos aqui um índice de criminalidade alarmante, mas, sobretudo pelo que se vê, ouve ou lê, diariamente, na comunicação social, a respeito do país em geral.
E como “cuidados e caldos de galinha”, nunca fizeram mal a ninguém é compreensível – diria, mesmo, que salutar -, que todos nós nos preocupemos com a segurança pessoal e dos nossos próprios bens.
Interpretando este sentimento geral, iniciámos reuniões regulares com o comandante da nossa Esquadra de Policia, Subcomissário Pita Santos, para irmos trocando informação sobre a evolução da criminalidade no Parque das Nações, bem como as medidas preventivas que cada um nós pode e deve tomar, de forma a que o fenómeno não nos afecte sobremaneira.
É que, desde logo, todos temos de ter presente que o primeiro agente da nossa segurança devemos ser nós próprios, começando por interiorizar e seguir os conselhos das autoridades sobre essa matéria. E neste sentido, consideramos da maior relevância a parceria iniciada há poucos meses entre o Notícias do Parque e a 40.ª Esquadra da PSP, traduzida na colaboração regular do Subcomissário Pita Santos numa rubrica em que nos fala do tema segurança.
E quem melhor do que o comandante da nossa Esquadra para vos (nos) falar dessas matérias?
Quanto a isso, damos a palavra ao especialista, apelando-se, apenas a que leiam e sigam os seus apelos, nomeadamente, quando pede a colaboração de cada um de nós num projecto de segurança que tem – só pode -, ser de todos.
Nessa linha de entendimento, se insere o acordo entre as partes – 40.ª Esquadra e AMCPN -, para as reuniões mensais que agora se iniciaram, sem prejuízo de outras que se possam justificar, para troca de informação sobre as questões de segurança do Parque das Nações.
E dessas reuniões, fica-nos a certeza de que a Esquadra tudo fará para que, com a indispensável colaboração de cada um de nós, o Parque das Nações continue a ser um dos bairros mais seguros da cidade de Lisboa.
Salienta-se, ainda, que, tendo sido manifestada a nossa preocupação por alguns moradores considerarem insuficiente o policiamento na zona sul, o Subcomissário Pita Santos, nos assegurou que iria analisar a situação e ver se será possível melhorar esse serviço.
Finalmente, apelamos a que nos transmitam, regularmente, as vossas preocupações sobre os diversos aspectos de segurança no Parque das Nações, bem como ocorrências de que tenham sido vítimas ou de que venham a ser conhecedores. As mesmas serão reportadas por nós ao Comandante da Esquadra, nas reuniões regulares, para que possa tomar medidas que, eventualmente, se justifiquem.

2. Urbanismo
Prosseguimos com as regulares reuniões com a Parque Expo – Gestão Urbana, a última das quais teve lugar no passado dia 6 de Julho.
Tivemos, então, oportunidade de manifestar a nossa preocupação e desejo de resposta a diversas questões, nomeadamente, mobilidade no troço central da Alameda dos Oceanos, sendo certo que somos contrários a um eventual descondicionamento do tráfego automóvel; estacionamento caótico em diversas artérias da zona sul; acrílicos partidos na Torre da Galp; fraco policiamento na zona sul.
Foi-nos garantido que, relativamente às matérias dentro das suas competências, irão procurar dar uma resposta positiva.
Tomámos, ainda, conhecimento de que, a partir deste número, inclusive, passará ser publicada pela Parque Expo – Gestão Urbana no Notícias do Parque  informação sobre as medidas tomadas e obras executadas ou em preparação para o curto prazo.
Consideramos esta uma boa medida e para não corrermos o risco de andarmos a replicar, desnecessariamente, informação, vamos aguardar pela saída do presente número do Notícias do Parque, para vermos se o  que for publicado responde às expectativas.

A Direcção da AMCPN

2008-02-22

DESAFIO VERDE - Participe!

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:46

A Produtora VIDEOMEDIA está neste momento em fase de pré produção de um programa televisivo para RTP2 sobre a reciclagem.

Sinopse do Programa: ‘DESAFIO VERDE’ é um programa de entretenimento com factos reais e cerca de meia hora de exibição que mostra que não é necessário ser extremista para ser amigo do ambiente. A equipa do’DESAFIO VERDE’ entra na casa dos telespectadores cheia de’armas’ ecológicas, transforma a num paraíso limpo e verdejante e,durante este processo, educa as famílias e dá-lhes dinheiro.

Todas as semanas, ‘DESAFIO VERDE’visita uma família diferente e faz a auditoria do seu lixo e da energia que consomemcom a ajuda de uma ‘calculadora ecológica’ criada pelo programa. A família analisada é, depois, confrontada com a terrível verdade acerca do seu impacto alongo prazo no planeta. “DESAFIO VERDE” é umprograma de informação que transforma o nosso já existente sentido ecológico,convertendo-nos num ambientalista do futuro.

Para que serve reciclar? Lavo a loiça à mão ou na máquina? Como posso pouparmais? O que é melhor para o planeta? ‘Desafio Verde’ é um programa daRTP que dá resposta a todas estas perguntas e mostra aos telespectadores que cada vez que reduzimos o consumo de energia e água, não só poupamos dinheiro,como também contribuímos para salvar o planeta.
Ser mais ecológicoé ser mais económico.
Aceite onosso desafio. Quer ser uma das nossas famílias? Então, não espere mais tempo, Escreva para videomedia@videomedia.tv ou telefone para 96 722 80 93.

Inscreva-se através de:

videomedia@videomedia.tv

ou

Tm 96 7228093

2008-02-15

PARQUE DAS NAÇÕES – A REALIDADE E O MITO!

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 23:46

(Artigo de opinião publicado da edição de 15 de Fevereiro de 2008 do jornal Noticias da Manhã, Caderno Parque das Nações)

“Muito se tem dito e escrito sobre a, em meu entender, excessiva densidade de construção do Parque das Nações.

A Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações opina nesse sentido desde a sua constituição em 1999, tendo, em Março de 2000, tomado posição pública sobre o assunto.

A Parque Expo, através dos seus sucessivos Presidentes, sempre tem defendido posição contrária, com excepção do Dr. Jorge Dias, Presidente Interino, durante um curto período de 2002.

Com efeito, o Dr. Jorge Dias, em Debate promovido pela revista Vida Económica, em Maio de 2002, reconheceu parte daquilo que a AMCPN vinha dizendo sobre a matéria, ao afirmar que no Parque das Nações “a densidade de construção foi um pouco elevada” e que “a aposta nos espaços verdes deveria ter sido mais efectiva”.

Todavia, apesar da Administração, através do seu porta-voz do Conselho, também já ter sido forçada a reconhecer na comunicação social, perante a evidência dos números apresentados pela Associação de Moradores e Comerciantes, em Abril de 2000, um aumento de construção de cerca de 2 a 3%, face ao inicialmente previsto, esta posição do Dr. Jorge Dias, foi, desde logo abandonada pelos seus sucessores.

Dizia, a este propósito, O Dr. Bracinha Vieira, com toda a simpatia que lhe é peculiar, num Colóquio realizado em 29 de Maio de 2003, em que ambos participámos como oradores convidados, a convite da “Viva Lisboa – Associação de Munícipes”, que estamos perante concepções de cidade diferentes, perfilhando ele a que se enquadra no actual panorama do Parque das Nações.

Ora, sem pretender com isto beliscar a consideração e o respeito que tanto os anteriores como o actual Presidente da Parque da Parque me merecem, entendo oportuno vir, uma vez mais, lembrar a minha discordância quanto à concepção de cidade que está a transformar o Parque das Nações numa centralidade de Lisboa com excessivo peso de construção.

Concordo, nomeadamente, com o Dr. Rolando Borges Martins, actual Presidente da Parque Expo, quando, numa entrevista ao Notícias do Parque, de Dezembro de 2007, diz, que o Parque das Nações foi concebido como uma “nova centralidade para a cidade de Lisboa e as centralidades têm densidade ou não chegam a ser centralidades”.

Porém, entendo que, no caso do Parque das Nações, sobretudo em alguma zonas, não era necessário ir tão longe.

De resto, se recuarmos ao início da década de noventa, logo que foram apresentados os primeiros Planos de Urbanização e Pormenor, já reputados especialistas nas áreas da arquitectura e urbanismo diziam que havia manchas de excessiva construção. E a verdade é que a situação ainda sofreu um agravamento, como pode constatar-se da análise comparativa entre aqueles planos e as alterações introduzidas através da Portaria n.º 1130-B/99, de 31 de Dezembro.

Vem tudo isto a propósito das alterações que estarão a ser preparadas para os PP’4, PP’5 e PP’6, como, de resto, o Senhor Presidente da Parque Expo confirmou na entrevista ao Notícias do Parque acima citada.

E temos fundado receio, ancorado nessas e noutras declarações da Parque Expo, de que mais alguns espaços verdes ou destinados a actividades desportivas e de lazer possam ceder o lugar a edifícios de habitação ou serviços, nomeadamente as parcelas 4.72 e 6.17, bem como toda a zona dos PP’5 e PP’6, onde esta prevista a construção de um grande “pólo lúdico”, para utilizar uma expressão vertida na entrevista ao Notícias do Parque, a que vimos fazendo referência.

E rejeito, liminarmente e desde logo, a ideia de que a eventual alteração de uso das parcelas 4.72 e 6.17 tenham que ver com o desinteresse dos investidores nas áreas desportivas a que se destinam. Eles existem. Conhecemo-los e as suas manifestações de interesse já foram apresentadas à Parque Expo. Poderemos citar, por exemplo, o Clube Parque das Nações que, por mais de uma vez, manifestou à Parque Expo interesse na aquisição – directamente ou com parceiros – de qualquer uma das referidas Parcelas. A resposta tem sido negativa.

Quanto ao “pólo lúdico” previsto para a zona do Trancão, e tendo em consideração outros processos negociais que já tive oportunidade de acompanhar, estou em crer que o desinteresse de investidores se prende com condições contratuais extremamente leoninas apresentadas pela Parque Expo. Poderei, no entanto, conceder o benefício e da dúvida e como tenho o Senhor Presidente da Parque Expo como uma pessoa de palavra, acreditar que é sincero quando, na sempre citada entrevista ao Notícias do Parque, referindo-se aos projectos para esta zona diz que “… que o tempo pode ajudar a encontrar resposta de mercado que se enquadre no plano”. O meu voto vai, pois, no sentido de que essas respostas do mercado não tardem e que, esta garantia do Senhor Presidente da Parque Expo se mantenha. Sendo certo que, em meu entender, quaisquer alterações que venham a ser introduzidas nos Planos, não poderão deixar de ser sujeitas à discussão pública, o que não aconteceu com as consubstanciadas na Portaria n.º 1130-B/99, de 31 de Dezembro. E aí, certamente que os moradores e comerciantes do Parque das Nações não deixarão de manifestar as suas opiniões, as quais poderão não ser convergentes com as da Parque Expo ou das Câmaras Municipais de Lisboa e Loures.

Termino, lembrando que, a certa altura, a por nós alegada existência de excessiva construção, foi desvalorizada pela Parque Expo, a qual vem afirmando que isso do betão a mais não passa dum mito local.

Pois bem, para que este alegado mito local não seja mais alimentado, impõe-se que o que resta para concretizar dos Planos seja respeitado na sua integralidade!

José Manuel Moreno
Presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações

2008-02-08

NUMERAÇÃO DE POLÍCIA

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 22:34

 

parceria-reduzido.jpg

AVISO

 

ÀS ADMINISTRAÇÕES DOS CONDOMÍNIOS

1. Tendo sido aprovada a numeração de polícia dos prédios do Parque das Nações situados no concelho de Loures,

e no sentido de agilizar a comunicação aos munícipes, foi estabelecida uma parceria entre a Câmara Municipal de Loures e a

Associação de Moradores e Comerciantes, de acordo com a qual esta assumiu o compromisso de efectuar tais contactos

e entregar às administrações de cada um dos condomínios existentes cópia do Despacho Municipal que contém a referida numeração.

2. Tais documentos já se encontram na posse da Associação – AMCPN -, pelo que se solicita às administrações dos condomínios que

nos contactem, com urgência, a fim de receber a informação necessária à substituição da actual numeração de lotes pelos

respectivos números de polícia.

3. Lembramos que a Câmara Municipal de Loures irá, em cumprimento da lei, proceder à comunicação oficiosa às diversas entidades

a que a atribuição de números de polícia interessa, nomeadamente, Direcção Geral de Finanças, Parque Expo e CTT, tornando-se, assim,

urgente que os condomínios procedam à afixação dos respectivos números.

CONTACTOS:

E-mail: geral@amcpn.com
Tm 932037474

A Direcção da AMCPN

2008-01-23

Começaram as obras da Marina

Filed under: MARINA, GESTÃO URBANA — amcpn @ 10:40

obras-marina-1.jpg

Foto cedida pela ANMPN

Após vários anos de espera, começaram, finalmente, as obras de recuperação da Marina do Parque das Nações.

Para informação mais detalhada, consulte página da ANMPN - ver link nesta página

2007-08-08

Antenas Vodafone

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:54

JUNTA DE FREGUESIA DE MOSCAVIDE toma posição contra a colocação das antenas da Vodafone.

Em carta datada de 27 de Julho, em resposta ao nosso pedido de intervenção, a Junta de Freguesia de Moscavide, oficiou à Câmara Municipal de Loures, solintando o não licenciamento da colocação das antenas e que promova a remoção da mesma.

Esta é, sem dúvida, uma posição da Junta de Freguesia de Moscavide, que registamos com muito agrado!.

PSD/Moscavide, pede embargo da instalação das antenas da Vodafone.

Em comunicado distribuído no passado dia 27 de Julho, o PSD/Moscavide condena a instalação das antenas da Vodafone no Parque das Nações e solicitou o embargo da obra.

No citado comunicado, diz-se, nomeadamente, que “numa clara violação das mais elementares regras de saúde pública e de enquadramento paisagístico e urbano, a Parque Expo licenciou a instalação pela Vodafone de quatro antenas de rede móvel, em pleno espaço público….”

Acrescenta-se, ainda, que “Não basta o acto administrativo de embargo. è necessário que a autarquia de Loures assuma, de forma clara, que não permitirá a permanência da antena, exigindo a reposição da situação inicial, mesmo que a operadora venha tentar regularizar o respectivo licenciamento.”

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