Quartas by night:
http://www.kombina.pt/pages/noticias/#not26
Todas as 4ªs feiras fazemos um passeio nocturno pela zona da Expo e do Vale
do Trancão. São cerca de 25 kms rolantes.
O passeio tem início logo após o fecho da loja (20h15). Se estás
interessado, confirma a tua presença.
Workshop Mecânica:
http://www.kombina.pt/pages/noticias/#not25
Este ano a Kombina inicia um ciclo de workshops básicas de mecânica
absolutamente grátis. Não hesites em participar!
Conteúdo do Curso:
Afinações diversas:
* Mudanças
* Travões (vbrake/disco)
* Selim
* Guiador
Mudança câmara-de-ar
Ajustar altura de selim
Descravar e cravar uma corrente se esta se partir
Afinar a distância das manetes de travão conforme o tamanho da mão
Desempeno de rodas (simples)
Condições Gerais
Duração de 2 horas (Terça-feira das 18h-20h e Sábado das 16h-18h).
Máximo de 5 pessoas por formação.
Inscrições obrigatórias na loja.
Na rubrica E-MAIL DO LEITOR, da edição de Dezembro do Notícias do Parque e centrando a sua análise no Passeio da Vila Expo, manifesta um leitor a sua revolta por aquilo que apelida de “Pilarete(ria)” do Parque das Nações, apelando para que “se a Parque Expo se preocupa com a qualidade de vida dos residentes, os negócios dos comerciantes aqui estabelecidos e a qualidade estética do Parque, então que retire toda esta Pilareteria, a qual apenas consegue desfigurar e atrapalhar a vida desta Comunidade do PARQUE DAS NAÇÕES, criando um espaço reservado aos Peões – SIM, mas com a largura de 1 metro – espaço mais do que suficiente para duas pessoas andarem a par, e apenas de um dos lados do Passeio da Vila Expo, pois é o único que, de facto, será utilizado …”
Confesso que, tal como este leitor, também me sinto profundamente agredido por esta “floresta de barras e pilaretes”.
Mas o que me incomoda não é a eventual falta de qualidade estética – confesso que tenho visto outras e outros que me agradam mais – nem o facto de as ditas barras e pilaretes me barrarem o estacionamento do meu automóvel nos locais do Passeio da Vila Expo ou de qualquer outra artéria do Parque das Nações, que mais me agradassem. O que, verdadeiramente, me revolta e causa profundo desagrado é a falta de bom senso e civismo de algumas pessoas, que as levam a ignorar os direitos dos outros e obrigam as entidades com responsabilidade na gestão dos espaços urbanos públicos a recorrer a soluções como a presente, para manterem a mobilidade de pessoas e veículos dentro de padrões minimamente aceitáveis.
Repare-se que já nem falo de padrões elevados de mobilidade.
São, de facto, essa falta de bom senso e civismo de alguns, comuns em todos os povos e países, que levam as referidas autoridades por todo o nosso país e por esse mundo fora a terem de adoptar soluções deste tipo.
Não tenho a menor dúvida – será que alguém tem? – de que, desde logo, por razões financeiras, nenhuma autoridade com responsabilidade na gestão da mobilidade nos espaços urbanos públicos recorreria à implantação de barras ou pilaretes se a isso não fossem obrigadas.
Mas, menos que a ciência descubra algum método para o tratamento da falta de bom senso e civismo – que em algumas pessoas sempre teria de ser efectuado compulsivamente -, teremos de nos conformar e viver o nosso dia-a-dia nas vilas e cidades com esta cultura da “Pilarete(ria)”.
Com a invasão, que não para, das cidades pelo automóvel – para o bem e para o mal -, diria que este é um mal necessário.
Infelizmente, é necessário o recurso à cultura do pilarete para que pessoas com problemas de locomoção ou carrinhos de criança, para não falar de situações de mudanças, possam sair ou entrar nos edifícios pelas rampas de acesso, usar as passadeiras em muitos atravessamentos, nomeadamente, naquela que o leitor refere, que muitos de nós conseguimos entrar ou sair das nossas garagens.
E os inúmeros pedidos de moradores que a AMCPN tem recebido para colocação das ditas barras e pilaretes, mostram que esta ainda é a solução que muitos vêm para preservar, mesmo que num patamar mínimo, o direito de todos à mobilidade.
É, pois com a incentivo e a legitimidade que considero advirem destes inúmeros pedidos de moradores do Parque das Nações que termino, fazendo à Parque Expo um apelo em sentido contrário ao do referido leitor: mantenham, melhorando, se possível, a qualidade estética de uns e de outros, as barras e os pilaretes, como forma de garantir o exercício do direito à mobilidade de todos nós.
Para tal, contam com o apoio da AMCPN.
De resto, os estacionamentos sobre as partes das passadeiras que não têm pilaretes, bem como o bloqueamento de acesso a garagens, continuam na referida artéria, o que, lamentavelmente, demonstra que a implantação dos mesmos, poderá pecar por defeito e não por excesso.
E, por aqui, me fico, sem prejuízo de voltar a este tema, caso se venha a justificar.
José Moreno
Presidente da AMCPN
A exemplo do que acontece desde a constituição da Parque Expo – Gesto Urbana, realizou-se, no passado dia 20 de Janeiro, a reunião mensal da AMCPN com a referida empresa.
Dos temas abordados e respectivas deliberações ou respostas, destacamos:
1. A Parque Expo – Gestão Urbana (PEGU), irá identificar locais na zona envolvente da Cruz Vermelha (Casa do Arboreto, Parque do Tejo) e mandar executar placas de identificação que serão colocadas a curto prazo.
2. A Parque Expo – Gestão Urbana deu conhecimento de que o encerramento das casas de banho públicas no Parque do Tejo se deveu a actos de vandalismo. Também muitos candeeiros de iluminação pública no Parque do Tejo foram vandalizados. Todavia, irão ser reparados os estragos, que se devem, em boa parte, à insuficiência de meios humanos da PSP, para controlo destas situações.
3. Foram identificadas pela AMCPN as paragens de autocarro, na Alameda dos Oceanos, que são alagadas em períodos de chuva intensa. Tecnicamente, não é fácil resolver esta questão, face aos assentamentos do solo. Daí que, não obstante algumas rectificações realizadas há alguns meses, permanece a situação. A PEGU irá avaliar de novo a situação, apesar das dificuldades evidenciadas.
4. A Parque Expo – Gestão Urbana informou ter formalizado um pedido de informação junto da ARS, no dia 12 de Janeiro, relativamente à construção do Centro de Saúde. Aguarda resposta.
5. Relativamente a várias reclamações quanto às antenas da Vodafone, a Parque Expo – Gestão Urbana informou-nos de que:
- Na Zona Norte – Av. da Peregrinação – existe uma antena já licenciada pela Câmara Municipal de Loures, tendo apresentado à questão à Vodafone, nomeadamente com o recurso ao Instituto Nacional de Comunicações.
- A Parque Expo, SA ainda não entregou à Vodafone as declarações das antenas 5 e 7, a instalar na área do município de Lisboa.
De acordo com comunicação que nos foi feita, a Parque Expo deliberou chamar a si a exploração do campo de futebol, sito na Av. D. João II, “estando em curso a avaliação dos trabalhos de recuperação do relvado e de elaboração de proposta de construção dos balneários, por forma a conferir ao recinto os requisitos exigidos para a prática do futebol, com evidentes benefícios para os moradores do Parque das Nações”.
Registamos com agrado esta deliberação da Parque Expo e ficamos esperançados de que os moradores do Parque das Nações possam muito em breve beneficiar deste eequipamento social.
Por requerimento da Direcção, nos termos do art.º 12.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Extraordinária para o próximo dia 12 de Novembro de 2008, pelas 20:30 horas, que reunirá na Sede da Associação, situada no Parque do Tejo, Casa do Arboreto, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:
Ponto único – Apreciação e votação da proposta do Clube Parque das Nações, que se vai dissolver, de entregar à Associação todo o seu património, para que esta possa promover entre os seus associados actividades desportivas, culturais e de lazer, conforme previsto no n.º 7 do n.º 2 dos Estatutos.
Nos termos do § uníco do art.º 14.º dos Estatutos, caso à hora marcada não estejam presentes metade dos sócios com direito de voto, a Assembleia terá início meia hora depois com qualquer número de presentes.
O papel das cidades no século XXI é o tema do ciclo de conferências organizado pela Parque EXPO, que se realiza em Novembro, no Pavilhão de Portugal, integrado nas celebrações do 10.º aniversário da EXPO’98. Subordinados ao tema “ A Cidade no Século XXI: Reflexões, Desafios e Estratégias”, os debates incidem sobre a requalificação urbana e ambiental, o planeamento e ordenamento do território e a qualidade de vida urbana.
O ciclo de conferências abre no dia 6 com a apresentação de Sir Peter Hall sobre o futuro das cidades europeias no século XXI. No dia 11, o arquitecto Luís Vassalo Rosa comenta o tema “Cidades, Comunidades e Invenções do Futuro – Realidades e Utopias”, e a 13 o professor Guy Burgel apresenta a conferência “La Revanche des Villes: un defi pour le XXIéme siecle”.
No dia 18 o arquitecto Manuel Graça Dias lança o tema “Da Cidade que deixará de ser viária” e a 20 o professor Christian Matthiessen retrata “The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and Strategies in a cross-border region: Copenhagen – Malmö.”. O evento encerra a 25 com uma reflexão de António Mega Ferreira subordinada ao tema “A Condição Urbana”.
Em discussão estão os diversos futuros possíveis das cidades, face à necessidade de responder às alterações climáticas e à capacidade de promover processos de regeneração, da recuperação demográfica à inovação, tecnológica, organizativa e cultural.
O Pavilhão de Portugal foi eleito para a realização do ciclo de conferências por representar um dos marcos da EXPO’98, a exposição que transformou o panorama urbano na cidade de Lisboa e que afirmou a notoriedade de Portugal a nível internacional. Dez anos depois, a Parque EXPO, na qualidade de impulsionadora da EXPO’98, promotora da operação de revitalização urbana e gestora do espaço público, convida urbanistas portugueses e estrangeiros a reflectir sobre os desafios das cidades actuais e as estratégias para as cidades do futuro.
Para o professor Jorge Gaspar, comissário do ciclo de conferências, “Numa história milenar, as cidades têm evidenciado destinos diversos, mas a grande maioria tem mostrado uma enorme capacidade de adaptação aos tempos, reciclando não só a infra-estrutura mas também as funções e as vocações. A cidade é a forma superior de organização territorial, económica, social e política da espécie humana.
A grande maioria das cidades fundadas/edificadas nos últimos dois mil anos resistiram a catástrofes naturais e humanas, sobreviveram a diferentes formas de organização política, acomodaram-se a diferentes religiões, culturas e posicionamentos geo estratégicos, ainda que para isso tenham passado por períodos de declínio de que renasceram.
As cidades são hoje, de novo, detentoras da esperança dos povos, respondendo às grandes ambições do mundo global: resposta para as alterações climáticas, capacidades para promoverem processos de regeneração, que vão da recuperação demográfica à inovação, tecnológica, organizativa e cultural.”
As conferências têm entrada livre limitada à assistência da sala.
Ciclo de Conferências
Sir Peter Hall – “O futuro das cidades europeias no século XXI”
Data: 6 de Novembro, às 18h
Arq. Luís Vassalo Rosa – “Cidades, Comunidades e Invenções do Futuro – Realidades e Utopias”
Data: 11 de Novembro, às 18h
Prof. Guy Burgel - “La Revanche des Villes: un defi pour le XXIéme siecle”
Data: 13 de Novembro, às 18h
Arq. Manuel Graça Dias – “Da Cidade que deixará de ser viária”
Data: 18 de Novembro, às 18h
Prof. Christian Wichmann Matthiessen – “The European Metropolitan Competition Perspective: Challenges and Strategies in a cross-border region: Copenhagen – Malmö.”
Data: 20 de Novembro, às 18h
Dr. António Mega Ferreira – “A Condição Urbana”
Data: 25 de Novembro, às 18h
Nos termos do art.º 11.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária para o próximo dia 6 de Maio de 2008, pelas 21:30 horas, que reunirá na Sede da Associação, situada no Parque do Tejo, Casa do Arboreto, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:
1.Informações;
2.Apreciação e votação dos Orçamentos, Relatórios e Contas dos anos de 2006 e 2007;
3. Apreciação e votação do Orçamento para o ano de 2007.
Nos termos do § uníco do art.º 14.º dos Estatutos, caso à hora marcada não estejam presentes metade dos sócios com direito de voto, a Assembleia terá início meia hora depois com qualquer número de presentes.
O Parque das Nações recebeu, no passado dia 10 de Junho, pelas 16:00 horas, a visita do Dr. Sá Fernandes, candidato e cabeça de Lista do Bloco de Esquerda nas eleições intercalares para Câmara de Lisboa.
O Dr. Sá Fernandes manifestou-se solidário com os moradores e comerciantes do Parque das Nações na sua exigência pela resolução dos problemas com que nos defrontamos, nomeadamente no que diz respeito à construção de escolas, centro de saúde, mobilidade…
Foi, igualmente, dado grande relevo pelo candidato à deplorável situação da Marina do Parque das Nações, que, em seu entender, é insustentável e deverá merecer dos responsáveis uma resolução rápida.
Finalmente, manifestou o Dr. Sá Fernandes inequívoco apoio à criação da Freguesia do Oriente.
Congratulamo-nos, pois, com a visita do Dr. Sá Fernandes, ao qual, publicamente, agradecemos o interesse inequívoco que manifestou pelos nossos problemas.
PRÉMIO:
Éder Rodrigues, Belo Horizonte, “Último domingo ao mar”.
MENÇÕES HONROSAS:
Jorge Miguel Reis Lopes Pestana, Odivelas, “Tejo das Nações”.
Isabel Maria Malheiro Máximo Correio, Lisboa, “Oxymoron”.
Raimundo Cândido Teixeira Filho, Crateús (Ceará), “O Mar”.
Mirian Freitas, Worcester (EUA), “Chove em Lisboa”.
Ana Paula da Conceição Nunes, Odivelas, “Ao Mar”.
Fernando de Sousa Pereira, Ribeirão, “Lisboa estremece ainda”.
Manuel César Tibério Magarreiro, Lisboa, “Quero Lembrar-te Quem És”.