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2007-07-25

Antenas de Comunicações da Vodafone

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:39

APELO

Já foram ontem entregues mais de 300 assinaturas contra a instalação das antenas da Vodafone - zona norte do Parque das Nações - à Parque Expo, Autarquias, Vodafone e ANACOM.

Todavia, o abaixo-assinado continua a correr, sendo importante que todos aqueles que ainda não assinaram o façam o mais rapidamente possível, de forma a reforçar a nossa posição.

2007-07-24

Escola de Judo Nuno Delgado

Filed under: Arquivo — amcpn @ 13:34

Escola da Expo
Rua Nova dos Mercadores, Lote 3.07.07 A
1990-180 Lisboa - Expo Sul

Horários:

Dos 4 aos 7 anos:
Segundas e Quartas ou Terças e Quintas das 17h às 17:50

Dos 8 aos 12 anos:
Segundas e Quartas ou Terças e Quintas das 18h às 18:50

Preços:

Inscrição: 30€ Anuais
Inscrição para Sócios da A.M.C.P.N. : 20€ Anuais
(Inclui: Seguro desportivo obrigatório, inscrição na A.D.J.L. e Federação Poruguesa de Judo)

Mensalidades:

45€ (2 x por Semana)
32€ (1 x por Semana)

Ofertas:

• Fato de Judo da E.J.N.D.
• Cinto de Judo
• Saco desportivo

Aulas grátis durante o mês de Agosto, nos dias 27,29 e 31 às 17h.

Contactos: Luis Bettencourt: 962913479 - luisbettencourt@clix.pt

www.nunodelgado.net

2007-07-22

Eurologos-Lisboa colabora com o Clube Parque das Nações

Filed under: Última Hora, Parcerias — amcpn @ 22:33

eurologos-logo.png

Vantagens especiais para empresas do Parque das Nações

A Eurologos, como grupo internacional presente em 25 cidades de todo o mundo, orgulha-se de estar instalada no centro empresarial de maior prestígio em Portugal. Assim, tem o prazer de oferecer vantagens especiais para empresas com presença no Parque das Nações que se tornem nossos clientes até Agosto de 2007:
· 7% de desconto garantido em todos serviços, de forma permanente, em relação aos nossos preços de tabela;
· Aplicação da “Promoção 30 Anos Eurologos” (para traduções de inglês e espanhol para português) até ao final de 2007;
· Recolha e entrega de trabalhos traduzidos gratuitamente (no espaço do Parque das Nações);

Lembramos que, para além destas vantagens, as empresas do Parque das Nações beneficiam ainda da mesma qualidade garantida a todos os nossos clientes:
· Uma rede de escritórios que garante a qualidade e adequação linguística dos textos para as principais línguas dos mercados mundiais;
· Uma equipa criteriosamente seleccionada para coordenar e realizar os projectos dos clientes portugueses;
· Um sistema comprovado de garantia de qualidade, que inclui tradução por profissionais nativos e revisão de todos os textos;
· Qualidade internacional a preços competitivos, uma das vantagens do sistema “glocal”.

Para usufruir destas vantagens, pode contactar-nos pelo email z.pereira@eurologos-lisboa.com ou pelo telefone 218 94 31 32.

Eurologos-Lisboa colabora com o Clube Parque das Nações

A Eurologos, dentro do espírito de integração no tecido empresarial e humano do Parque das Nações, orgulha-se de apoiar o Clube Parque das Nações (www.clubeparquenacoes.org), instituição criada pela comunidade do Parque das Nações em 2005, com o intuito de prestar aos sócios e demais habitantes e visitantes do Parque várias actividades desportivas e culturais. Estando vocacionado para o desporto e para a cultura num espaço cosmopolita como é o Parque das Nações, o CPN conta com o apoio da Eurologos-Lisboa para a redacção da sua newsletter, Rossio do Levante, para a tradução de informações relativas às várias secções e ainda para a organização de eventos. Ambas as organizações partilham do espírito de inovação, qualidade e empenhamento característicos das empresas e instituições deste espaço.

Eleição Câmara de Lisboa – 15 de Julho 2007

Filed under: Arquivo — amcpn @ 9:15

Mesas da Escola Vasco da Gama – Parque das Nações

Eleitores inscritos - 1725
Votantes - 991
Votos Nulos - 10
Votos brancos - 32

António Costa - 352
Telmo Correia - 32
Gonçalo Câmara - 1
Manuel Monteiro - 5
Garcia Pereira - 1
Carmona Rodrigues - 130
Helena Roseta - 162
Sá Fernandes - 74
Pinto Coelho - 5
Fernando Negrão - 127
Rúben Carvalho - 51
Quartin Graça - 3

2007-07-16

Esquadra da PSP

Filed under: Segurança — amcpn @ 22:41

 A Esquadra da PSP não pode encerrar!

Fala-se do encerramento da 40.ª Esqudra da PSP - Parque das Nações.

Com efeito, fala-se, cada vez mais,  da possibilidade da Esquadra da PSP do Parque das Nações vir a ser encerrada, o que, a acontecer, terá um grave impacto sobre a segurança deste espaço.

Pese embora a AMCPN já ter manu+ifestado a sua preocupação junto do Senhor Ministro da Administração Interna, a verdade é que só a força dos moradores poderá impedir que tal venha a acontecer.

Se não concorda, manifeste o seu desagrado para o nosso endereço:

geral@amcpn.com

Encaminharemos o seu desagrado para as autoridades competentes.

Antenas de Telemóvel

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 19:53

(more…)

Garcia Pereira Responde a Carta Aberta da AMCPN

Filed under: Última Hora — amcpn @ 8:37

À
AMCPN – Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações
A/C Exmº Senhor Dr. José Moreno:

Exmºs Senhores:

Em resposta ao vosso último (e mais do que justo) desafio, cumpre-me dizer o seguinte:
Tenho defendido que a actual organização administrativa de Lisboa está desactualizada, devendo proceder-se à completa reorganização administrativa do concelho – por um lado, dizendo não à ultrapassada divisão do concelho em “freguesiazinhas” que em muitos casos pouco ou nada têm a ver com a actual realidade económica e social, e partindo de imediato para a criação de 7 ou 8 Bairros fundamentais da cidade (dos tradicionais, como Alfama ou Bairro Alto, aos mais novos, como os das Avenidas Novas, Alvalade e, evidentemente, Parque das Nações), dirigido cada um deles directamente por um vereador à frente de uma equipa diminuta mas eficaz.
Mas é também preciso lutar pela criação da Região Especial de Lisboa (a organização administrativa da grande Lisboa, de Setúbal a Torres Vedras) única forma de a Câmara de Lisboa e as outras Câmaras dessa área tratarem e resolverem de forma correcta e integrada problemas tão importantes como os dos transportes, recolha e tratamento do lixo e águas residuais e do abastecimento de água.
Entretanto, toda a área do Parque das Nações – actualmente “partida” (e abandonada …) entre dois concelhos – deve ser integrada no município de Lisboa e deve constituir, como atrás referido, um dos novos Bairros de Lisboa.
A Parque Expo – cuja manutenção em funções é, aliás, de legalidade e constitucionalidade mais do que duvidosa – deve ser imediatamente extinta, bem como todas as empresas municipais devem ser extintas e a APL – Administração do Porto de Lisboa deve ser dissolvida, devendo a gestão de todos os assuntos relativos à cidade, ao Tejo e à sua margem Norte e à zona ribeirinha ficar a cargo, directamente, da própria Câmara e do seu Presidente.
A imediata aceleração da recuperação da Marina – actualmente transformada no maior tanque de lama da Europa – e a construção das infra-estruturas mais básicas (que foram prometidas aos actuais moradores e que aliás constituiram um dos argumentos com que foram aliciados a vir ali residir), como as três Escolas em falta, os Parques Infantis, Farmácia, Centro de Saúde e as estruturas comerciais mais essenciais, com os apoios (isenção de taxas, por exemplo) que a Câmara pode conceder para tal efeito; a afirmação e aplicação prática do princípio de que é a Câmara Municipal que deve definir e decidir toda a política de transportes públicos, devendo para tanto voltar a integrar a Administração das empresas de transportes, em particular a Carris e o Metro, e o estabelecimento das carreiras de autocarros que se revelarem necessários a bem servir as populações, bem como a criação de um eléctrico, rápido e moderno de ligação da Zona Norte do Parque das Nações ao Terreiro do Paço e Cais do Sodré, são medidas a que uma nova Vereação da Câmara Municipal de Lisboa não pode deixar de se atirar de imediato e de levar a cabo.

Com os melhores cumprimentos,
António Garcia Pereira

2007-07-15

Parque das Nações – Um Órfão!

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 18:17

Teve um pai: o Poder Central; uma mãe “de aluguer”: a Parque Expo; duas madrinhas: a Câmara Municipal de Lisboa e a Câmara Municipal de Loures.

Chamaram-lhe Expo Urbe, Cidade Imaginada e, finalmente, Parque das Nações.

Foi apresentado ao país e ao mundo como um conceito inovador de recuperação urbana e de modernidade.

Dele se disse que teria uma gestão unificada; uma magnífica Marina – Lisboa capital da grande potência marítima dos séculos XXVI e XVII, pátria dos grandes navegadores, não tinha uma Marina -; vários equipamentos escolares públicos - quatro, no mínimo -; centro equestre; campo de golf; vários equipamentos desportivos públicos; um parque temático, ao nível dos grandes equipamentos estrangeiros desta natureza; uma relação impar com o Tejo; uma grande Gare Intermodal – a Gare do Oriente -, que custou, na altura, milhões de contos injustificáveis se a perspectiva dos decisores, fosse a de construir um mero apeadeiro de caminho de ferro -; o Pavilhão de Portugal, que receberia a Presidência do Conselho de Ministros; a Torre Vasco da Gama – que, de acordo com planos de urbanização e de pormenor, teria um restaurante rotativo de grande qualidade - seria um ex-libris da cidade cidade de Lisboa -; um serviço de transportes públicos modelares; seria uma das zonas mais seguras de Lisboa, que acolheria, nomeadamente, duas Esquadras da PSP.

Todavia, a menos de um ano do décimo aniversário da vinda dos primeiros moradores, comerciantes e empresários – já decorreram mais de nove anos! -, a desilusão começa a instalar-se, levando muitos dos que acreditaram no que ouviram dos responsáveis pelo projecto, dos governantes e dos autarcas a considerar-se enganados.

Parque das Nações – Um Órfão!

Vejamos:

GESTÃO UNIFICADA

Em violação clara da lei, nomeadamente da Constituição, expirados em 31 de Dezembro de 1999 os poderes especiais que haviam sido conferidos à Parque Expo, para efectuar a Gestão Urbana deste espaço, por omissão das autarquias – Câmaras de Lisboa e Loures – é esta empresa, uma sociedade anónima, que continua a assegurar a dita gestão. E isto apesar de ter sido aprovada, no primeiro trimestre de 2003, legislação especial na Assembleia da República, que permitia a criação da prometida Sociedade de Gestão Urbana - constituída pela Parque Expo, Câmara Municipal de Lisboa e Câmara Municipal de Loures -, cuja Administração chegou a ser nomeada.

Já em 2004, foi apresentado na Assembleia da República o Projecto de lei n.º 449/IX/1, com vista à criação duma Freguesia, a integrar no Concelho de Lisboa – é o concelho dominante no Parque das Nações.

Todavia, a dissolução da Assembleia da República, decidida pelo Presidente da República, em Dezembro desse ano, inviabilizou a votação de citado Projecto de Lei.

Já na actual legislatura, foi apresentado um novo Projecto de Lei – Projecto de Lei n.º 100/X/1 -, que se encontra “adormecido” na Comissão do Ordenamento do Território e do Poder Local.

MARINA

A Marina está inactiva há cerca de cinco anos e transformada naquele que é já, comumente, designado de maior tanque de lama da Europa – lodo mal cheiroso e viveiro de mosquitos.

É claro o prejuízo não só para a cerca de centena e meia de pessoas que adquiriram a uma empresa pública – a Parque Expo – lugares de amarração, mas, também, para os muitos comerciantes, empresários e residentes que compraram lojas, escritórios ou apartamentos na zona da Marina, por preços que refletiram a prometida grande qualidade e elevada afluência diária de público. Mas não se pense que são, apenas, estas pessoas as prejudicadas com a situação da Marina. É o próprio país que está ser prejudicado, não só por estarmos perante a inactividade da única Marina de Lisboa, como pelos custos que a Parque Expo – empresa de capitais públicos -, está suportar com o pagamento de postos de amarração à cerca de centena e meia de pessoas que aqui os tinham adquirido e se encontram distribuídos pelas várias docas existents até até Oeiras.

EQUIPAMENTOS ESCOLARES

Dos quatro equipamentos escolares públicos prometidos, apenas existe a Escola Vasco da Gama, construída pela Parque Expo e inaugurada em 1999, para “vender” o projecto urbano. Decorridos nove anos após a vinda dos primeiros moradores e da reiterada promessa anual de que, dentro de dois anos – é o tempo estimado para desenvolver o projecto e construí-lo - teremos, pelo menos, mais um equipamento escolar a funcionar, a verdade é que tudo continua na mesma. A Escola Vasco da Gama, então apresentada como a melhor do país e uma das melhores do mundo, encontra-se com a sua lotação duplicada e, em grande parte, consequência disso, desde logo, desceu substancialmente, no ranking da qualidade. Situação, de resto, reflectida na lista de classificação anual publicada.

CENTRO EQUESTRE

O prometido Centro Equestre, há muito foi banido da relação dos equipamentos de desporto e lazer prometidos. No seu lugar poderão vir a ser construídos equipamentos, apartamentos ou escritórios que possam dar um contributo maior á supressão do tão apregoado prejuízo da Expo’98.

CAMPO DE GOLF

O Campo de Golf, a menos que venham ter um desfecho positivo as negociações, presentemente em curso, também poderá não passar duma “tacada em falso”.

EQUIPAMENTOS DESPORTIVOS PÚBLICOS

Dos diversos previstos, existe, apenas um Campo de Futebol, construído pela Parque Expo, antes da Expo’98. Dizem os moradores que, tal como aconteceu com a Escola Vasco da Gama, também a construção deste Campo de Futebol se destinou a promover a venda do projecto urbano.

De qualquer modo, nem este Campo de Futebol a comunidade local pode utilizar, em virtude de a Parque Expo ter cedido, gratuitamente, a sua utilização ao Clube Desportivo de Olivais e Moscavide.

Quando foi entregue pela Parque Expo ao Clube Desportivo de Olivais e Moscavide era um Campo magnífico. Hoje, apesar de ser este Clube e não a Parque Expo – proprietária do mesmo - a arrecadar as receitas provenientes de alugueres, está transformado num dos espaços mais degradados do Parque das Nações.

PARQUE TEMÁTICO

Do Parque Temático – o tema dos oceanos seria excelente! – já não se fala.
Fala-se, sim, da possível instalação de um Outelet – eventualmente da cadeia IKEA.

GARE DO ORIENTE

A Gare do Oriente, que se esperava viesse a ser uma grande Gare Intermodal, que custou, na altura, milhões de contos, injustificáveis se a perspectiva dos decisores, fosse a de construir um mero apeadeiro de caminho de ferro, não passa disso mesmo.

Com efeito, apesar de ter sido concebida na perspectiva de ser a Grande Estação Intermodal de Lisboa, reunindo todas as condições para o efeito, nomeadamente a permitir a realização de “chekin” para passageiros do Aeroporto de Lisboa, é um mero apeadeiro de luxo.

Ironicamente – ou talvez não -, numa altura em que está em marcha acelerada o encerramento do Aeroporto da Portela, decide-se, então, prolongar a linha vermelha do metropolitano da Gare do Oriente até ele.

Diz-se, por isso, que se trata de abrir o caminho à valoriozação dos terrenos da Aeroporto e promover ganhos de muitos milhões aos especuladores imobiliários sempre atentos às oportinidades de negócio!

Em contrapartida, a cidade de Lisboa não tem, - como no nosso entendimento deveria de ter – a sua Estação Intermodal de Transportes, com os inconvenientes que todos aqueles que utilizam os transportes públicos conhecem.

PAVILHÃO DE PORTUGAL

O Pavilhão de Portugal, um dos mais emblemáticos da Expo’98 – senão o mais nobre de todos -, que esteve destinado a receber a Presidência do Concelho de Ministros, tendo sido gastos, seguramente, alguns milhões de euros nos projectos de remodelação arquitectónica de interiores, continua a aguardar que definam o seu destino. Propostas não têm faltado: Museu para acolher a Colecção Berardo, Museu da Arquitectura, são alguns dos exemplos. Mas, não terão sido considerados destinos suficientemente nobres para o mais nobre dos Pavilhões da Expo’98.

SERVIÇO DE TRANSPORTES E MOBILIDADE

O serviço de transportes públicos nas zonas residenciais, apesar de ter melhorado um pouco, com as alterações introduzidas pela Carris em Setembro de 2006, na sequência da enorme pressão exercida pelos moradores e comerciantes, continua a ser insuficiente.

A hologação da sinalética, da exclusiva responsabilidade das Câmaras de Lisboa e Loures, continua a aguardar que estas o façam – nove anos de espera, pelos vistos, não são suficientes!

A própria circulação automóvel deveria fazer-se perpendicularmente ao rio, para evitar que a Av. D. João II e Alameda dos Oceanos se tivessem transformado em vias distribuidoras de tráfego de mero atravessamento, na entrada e saída de Lisboa, em alternativa à Av. Infante D. Henrique.

E isto tem consequências inevitáveis na qualidade de vida de quem reside ou trabalha no Parque das Nações.

SEGURANÇA

Das prometidas duas Esqudras da PSP, existe, apenas, uma, sendo, que os responsáveis não excluem a possibilidade de mesmo esta poder ser encerrada, no âmbito da reestruturação em curso.

E falamos duma urbanização com 330 hectares de dimensão, uma frente de mais de 5 Km, onde residem já cerca 18.000 habitantes, trabalham cerca de 20.000/25.000 e tem uma media mensal de visitantes que se aproxima dos dois milhões. Na verdade, dadas as característcas, dimensões, população fixa e flutuante, estamos perante uma cidade satélite de Lisboa, com todas consequências que isso acarreta em termos de mobilidade e segurança.

O PARQUE DAS NAÇÕES EM NÚMEROS

De acordo com a Parque Expo:

- há 455 fogos com projecto aprovado, 1382 em construção e 5600 já construídos;
- a tipologia predominante é o T2, com 2593 apartamentos construídos;
- a tipologia T0 construída, totaliza 172;
- o número total de fogos construídos nas tipologias T0 a T6 é de 8321;
- a área de construção de habitação – 1.239.464,96 m2 -, legalmente pevista, já se encontra atingida;
- da área de construção de comércio, legamente prevista – 198.669,91 m2 -, já se encontram construídos 196.669,77 m2;
- a maior percentagem de construção localiza-se na area do concelho de Lisboa – 66,39%.

NOTAS FINAIS

Apesar dos factos negativos apontados, continuamos, no entanto, a acreditar num futuro com qualidade de vida no Parque das Nações.

Efectivamente, a totalidade dos problemas aqui sintetisados pode ser resolvida – diremos, mesmo, que num curto prazo - , bastando para isso que os responsáveis políticos, autarcas de Lisboa e Loures e Parque Expo, nesse sentido se determinem, cumprindo as responsabilidades que lhes cabem e as obrigações que assumiram perante os moradores, comerciantes e empresários, que aqui decidiram fixar residência ou instalar as suas lojas e empresas.

Diremos, mesmo, que o órfão Parque das Nações não precisa de apelar a um qualquer processo de adopção, para saír deste lamentável estado de abandono e de terra de ninguém que se arrasta, penosamente, desde há 9 anos!

É tempo dos responsáveis olharem para o Parque das Nações, de forma responsável, colocando termo a uma situação de que têm andado desatentos e, não duvidamos, da qual se sentirão envergonhados.

Recentemente, foi feito um estudo, promovido pela Parque Expo – atitude que louvamos -, para avaliar o grau de satisfação dos moradores do Parque das Nações.

Fui um dos cerca de 650 inquiridos e, como, a generalidade dos restantes – sabe-se pelo resultado publicado – manifestei satisfação por aqui residir e desencanto pelas promessas, que nos fizeram e estão por cumprir.

Espero que este estudo, sirva para levar os responsáveis a reflectir sobre estas situações graves que se vivem no Parque das Nações e não para o seu branqueamento, relevando o manifestado grau de satisfação de moradores e comerciantes, mas ignorando os seus apelos dos mesmos para que se construam as prometidas e necessarias escolas, centro de saúde, se recupere a Marina …

Parque das Nações, Julho de 2007

José Moreno
Presidente da AMCPN

2007-07-06

Torre Vasco da Gama - Início da Construção do Hotel

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 9:21

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Iniciou-se a obra obra de construção do Hotel na Torre Vasco da Gama.

Consideramos ser uma boa notícia para Parque das Nações.

Com efeito, o estado de abandono e crescente degradação da emblemática Torre Vasco da Gama era cada vez mais preocupante.

A qualidade do projecto de arquitectura que, oportunamente, foi divulgado, leva-nos a crer que se traduzirá, também, num benefício para a Torre, respeitando-se a sua autonomia e acesibilidade do público.

2007-07-05

Parque Expo veda terreno destinado ao Centro de Saúde

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 18:08

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Tendo em vista, nomeadamente, impedir a transformação da parcela destinada ao Centro de Saúde num mero e anárquico parque de estacionamento, onde proliferavam as caravanas (em algumas delas, já chegavam a pernoitar pessoas, com inconvenientes diversos para os moradores dos prédios contíguos), a Parque Expo procedeu à vedação da mesma.

Tranqulizam-se, assim, as pessoas que receavam o início de uma qualquer construção, que não fosse o projectado Centro de Saúde.

Sobre a construção do Centro de Saúde, por enquanto, ainda não dispomos de informação por parte do Ministério.

Procuraremos actualizar esta matéria em breve.

A AMCPN

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