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2008-02-22

DESAFIO VERDE - Participe!

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:46

A Produtora VIDEOMEDIA está neste momento em fase de pré produção de um programa televisivo para RTP2 sobre a reciclagem.

Sinopse do Programa: ‘DESAFIO VERDE’ é um programa de entretenimento com factos reais e cerca de meia hora de exibição que mostra que não é necessário ser extremista para ser amigo do ambiente. A equipa do’DESAFIO VERDE’ entra na casa dos telespectadores cheia de’armas’ ecológicas, transforma a num paraíso limpo e verdejante e,durante este processo, educa as famílias e dá-lhes dinheiro.

Todas as semanas, ‘DESAFIO VERDE’visita uma família diferente e faz a auditoria do seu lixo e da energia que consomemcom a ajuda de uma ‘calculadora ecológica’ criada pelo programa. A família analisada é, depois, confrontada com a terrível verdade acerca do seu impacto alongo prazo no planeta. “DESAFIO VERDE” é umprograma de informação que transforma o nosso já existente sentido ecológico,convertendo-nos num ambientalista do futuro.

Para que serve reciclar? Lavo a loiça à mão ou na máquina? Como posso pouparmais? O que é melhor para o planeta? ‘Desafio Verde’ é um programa daRTP que dá resposta a todas estas perguntas e mostra aos telespectadores que cada vez que reduzimos o consumo de energia e água, não só poupamos dinheiro,como também contribuímos para salvar o planeta.
Ser mais ecológicoé ser mais económico.
Aceite onosso desafio. Quer ser uma das nossas famílias? Então, não espere mais tempo, Escreva para videomedia@videomedia.tv ou telefone para 96 722 80 93.

Inscreva-se através de:

videomedia@videomedia.tv

ou

Tm 96 7228093

2008-02-15

PARQUE DAS NAÇÕES – A REALIDADE E O MITO!

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 23:46

(Artigo de opinião publicado da edição de 15 de Fevereiro de 2008 do jornal Noticias da Manhã, Caderno Parque das Nações)

“Muito se tem dito e escrito sobre a, em meu entender, excessiva densidade de construção do Parque das Nações.

A Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações opina nesse sentido desde a sua constituição em 1999, tendo, em Março de 2000, tomado posição pública sobre o assunto.

A Parque Expo, através dos seus sucessivos Presidentes, sempre tem defendido posição contrária, com excepção do Dr. Jorge Dias, Presidente Interino, durante um curto período de 2002.

Com efeito, o Dr. Jorge Dias, em Debate promovido pela revista Vida Económica, em Maio de 2002, reconheceu parte daquilo que a AMCPN vinha dizendo sobre a matéria, ao afirmar que no Parque das Nações “a densidade de construção foi um pouco elevada” e que “a aposta nos espaços verdes deveria ter sido mais efectiva”.

Todavia, apesar da Administração, através do seu porta-voz do Conselho, também já ter sido forçada a reconhecer na comunicação social, perante a evidência dos números apresentados pela Associação de Moradores e Comerciantes, em Abril de 2000, um aumento de construção de cerca de 2 a 3%, face ao inicialmente previsto, esta posição do Dr. Jorge Dias, foi, desde logo abandonada pelos seus sucessores.

Dizia, a este propósito, O Dr. Bracinha Vieira, com toda a simpatia que lhe é peculiar, num Colóquio realizado em 29 de Maio de 2003, em que ambos participámos como oradores convidados, a convite da “Viva Lisboa – Associação de Munícipes”, que estamos perante concepções de cidade diferentes, perfilhando ele a que se enquadra no actual panorama do Parque das Nações.

Ora, sem pretender com isto beliscar a consideração e o respeito que tanto os anteriores como o actual Presidente da Parque da Parque me merecem, entendo oportuno vir, uma vez mais, lembrar a minha discordância quanto à concepção de cidade que está a transformar o Parque das Nações numa centralidade de Lisboa com excessivo peso de construção.

Concordo, nomeadamente, com o Dr. Rolando Borges Martins, actual Presidente da Parque Expo, quando, numa entrevista ao Notícias do Parque, de Dezembro de 2007, diz, que o Parque das Nações foi concebido como uma “nova centralidade para a cidade de Lisboa e as centralidades têm densidade ou não chegam a ser centralidades”.

Porém, entendo que, no caso do Parque das Nações, sobretudo em alguma zonas, não era necessário ir tão longe.

De resto, se recuarmos ao início da década de noventa, logo que foram apresentados os primeiros Planos de Urbanização e Pormenor, já reputados especialistas nas áreas da arquitectura e urbanismo diziam que havia manchas de excessiva construção. E a verdade é que a situação ainda sofreu um agravamento, como pode constatar-se da análise comparativa entre aqueles planos e as alterações introduzidas através da Portaria n.º 1130-B/99, de 31 de Dezembro.

Vem tudo isto a propósito das alterações que estarão a ser preparadas para os PP’4, PP’5 e PP’6, como, de resto, o Senhor Presidente da Parque Expo confirmou na entrevista ao Notícias do Parque acima citada.

E temos fundado receio, ancorado nessas e noutras declarações da Parque Expo, de que mais alguns espaços verdes ou destinados a actividades desportivas e de lazer possam ceder o lugar a edifícios de habitação ou serviços, nomeadamente as parcelas 4.72 e 6.17, bem como toda a zona dos PP’5 e PP’6, onde esta prevista a construção de um grande “pólo lúdico”, para utilizar uma expressão vertida na entrevista ao Notícias do Parque, a que vimos fazendo referência.

E rejeito, liminarmente e desde logo, a ideia de que a eventual alteração de uso das parcelas 4.72 e 6.17 tenham que ver com o desinteresse dos investidores nas áreas desportivas a que se destinam. Eles existem. Conhecemo-los e as suas manifestações de interesse já foram apresentadas à Parque Expo. Poderemos citar, por exemplo, o Clube Parque das Nações que, por mais de uma vez, manifestou à Parque Expo interesse na aquisição – directamente ou com parceiros – de qualquer uma das referidas Parcelas. A resposta tem sido negativa.

Quanto ao “pólo lúdico” previsto para a zona do Trancão, e tendo em consideração outros processos negociais que já tive oportunidade de acompanhar, estou em crer que o desinteresse de investidores se prende com condições contratuais extremamente leoninas apresentadas pela Parque Expo. Poderei, no entanto, conceder o benefício e da dúvida e como tenho o Senhor Presidente da Parque Expo como uma pessoa de palavra, acreditar que é sincero quando, na sempre citada entrevista ao Notícias do Parque, referindo-se aos projectos para esta zona diz que “… que o tempo pode ajudar a encontrar resposta de mercado que se enquadre no plano”. O meu voto vai, pois, no sentido de que essas respostas do mercado não tardem e que, esta garantia do Senhor Presidente da Parque Expo se mantenha. Sendo certo que, em meu entender, quaisquer alterações que venham a ser introduzidas nos Planos, não poderão deixar de ser sujeitas à discussão pública, o que não aconteceu com as consubstanciadas na Portaria n.º 1130-B/99, de 31 de Dezembro. E aí, certamente que os moradores e comerciantes do Parque das Nações não deixarão de manifestar as suas opiniões, as quais poderão não ser convergentes com as da Parque Expo ou das Câmaras Municipais de Lisboa e Loures.

Termino, lembrando que, a certa altura, a por nós alegada existência de excessiva construção, foi desvalorizada pela Parque Expo, a qual vem afirmando que isso do betão a mais não passa dum mito local.

Pois bem, para que este alegado mito local não seja mais alimentado, impõe-se que o que resta para concretizar dos Planos seja respeitado na sua integralidade!

José Manuel Moreno
Presidente da Associação de Moradores e Comerciantes do Parque das Nações

2008-02-08

NUMERAÇÃO DE POLÍCIA

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 22:34

 

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AVISO

 

ÀS ADMINISTRAÇÕES DOS CONDOMÍNIOS

1. Tendo sido aprovada a numeração de polícia dos prédios do Parque das Nações situados no concelho de Loures,

e no sentido de agilizar a comunicação aos munícipes, foi estabelecida uma parceria entre a Câmara Municipal de Loures e a

Associação de Moradores e Comerciantes, de acordo com a qual esta assumiu o compromisso de efectuar tais contactos

e entregar às administrações de cada um dos condomínios existentes cópia do Despacho Municipal que contém a referida numeração.

2. Tais documentos já se encontram na posse da Associação – AMCPN -, pelo que se solicita às administrações dos condomínios que

nos contactem, com urgência, a fim de receber a informação necessária à substituição da actual numeração de lotes pelos

respectivos números de polícia.

3. Lembramos que a Câmara Municipal de Loures irá, em cumprimento da lei, proceder à comunicação oficiosa às diversas entidades

a que a atribuição de números de polícia interessa, nomeadamente, Direcção Geral de Finanças, Parque Expo e CTT, tornando-se, assim,

urgente que os condomínios procedam à afixação dos respectivos números.

CONTACTOS:

E-mail: geral@amcpn.com
Tm 932037474

A Direcção da AMCPN

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