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2009-01-18

Nauticampo – Parque das Nações – 14 de Fevereiro 2009: A SOBERANIA SOBRE OS SABERES

Filed under: Última Hora, MARINA — amcpn @ 16:30

Conferência

 

Programa

 

programa_conferencia_nauticampo_2009_v11_05jan.pdf

17:00 Introdução ao tema e moderação da conferência
Eng. Paulo Andrade  – Associação Náutica Marina Parque das Nações
Breve introdução ao tema da conferência, dando especial ênfase a um conjunto de
medidas que, na visão da ANMPN, podem contribuir para a dinamização de uma
cultura náutica catalisadora do desenvolvimento do turismo e das zonas ribeirinhas,
aproveitando a excepcionalidade das condições proporcionadas pelo grande estuário do
Tejo.

17:10 Protecção do património cultural do estuário do Tejo: o inventário
de embarcações tradicionais.
Dra. Elisabete Curtinhal e Sr. João Martins – Ecomuseu do Seixal
Decorrente de uma recomendação sobre “Protecção e valorização do património
marítimo do estuário do Tejo – Museus e comunidades” do 1º Encontro de
embarcações tradicionais na baía do Seixal, em Maio de 2007, o Ecomuseu Municipal
do Seixal (EMS) está a realizar, de forma sistemática, desde Março de 2008, um
inventário de embarcações tradicionais do estuário do Tejo. Desenvolvido no âmbito do
trabalho de investigação multidisciplinar sobre património e cultura marítima que o
EMS leva a cabo, o inventário abarca, de forma integrada, as vertentes materiais e
imateriais do património em presença, seguindo uma metodologia participada, com um
importante envolvimento das associações e dos proprietários e tripulantes das
embarcações registadas.

17:30 A arte da Construção Naval em madeira de ontem e de hoje
Prof. Adolfo Silveira – Museu Nacional de Arqueologia /CIDMar - UAL
Sr. Jaime Costa – Estaleiro Naval de Sarilhos Pequenos
A arte da construção naval, arquitectada por gerações de mestres da ribeira, traduz-se
ainda hoje em normas e procedimentos adquiridos pela experiência, naquela que é
uma das mais extraordinárias criações tecnológicas do Homem: o Navio, que partilha
características conceptuais, mas tal como as impressões digitais, cada um deles difere
ligeiramente, produzindo uma única construção com distintas qualidades de navegação
e manobra. A arquitectura naval em madeira assumiu características locais e regionais
herdadas dos estaleiros tradicionais, conhecedores da adaptabilidade, funcionalidade e
inovação na construção dos navios, face à constante evolução e exigência da
sociedade. Assistimos actualmente ao desaparecimento desses estaleiros e desses
Homens, resta-nos com vontade, empenho e insistência, fazer perpetuar esse
conhecimento.

18:00 Os métodos e os instrumentos de navegação dos portugueses
Cte. Malhão Pereira – Academia de Marinha
Breve historial dos métodos e instrumentos de navegação desenvolvidos pelos
portugueses entre os séculos XV e XVIII, com especial enfoque na importância que os
mesmos tiveram para o desenvolvimento da arte de navegar, que permitiu ligar todos
os povos do mundo através do Mar.

18:20 A «Soberania sobre os Saberes» e a Marinha do Tejo
Prof. Carvalho Rodrigues – Associação Marinha do Tejo
Quem tem o Império e a Majestade sobre os saberes tem em si sossego. Contribui
para o progresso. O progresso coalha-se em pequenos domínios de saber. Em muitos
lugares, em algumas épocas, são escarnecidas e abandonadas as vocações soberanas
consagradas ao saber. Nesta época, a da idade do entretenimento, faz-se troça dos
saberes que, no final, regem e dominam. Na idade dos mercadores produzir indústria e
fazer agricultura foram exilados. Mas do exílio regressam fazendo estourar a golpes as
portas imensas da época de ilusões. Quem semeou ilusões, colheu frustrações. O
estado emotivo não permite, hoje, raciocínios fortes e o abalo moral destruiu a
soberania do pensamento. Neutralizou, restringiu, a acção. Poderoso Poder este da
«Soberania sobre os Saberes». No final, ao fim, tem a Supremacia. É que a
«Soberania sobre os Saberes» não pode repartir-se. Não pode delegar-se. Pode-se
multiplicar. Pode-se ensinar. Não tem apelação ou recurso. Mas pode-se aprender num
curso. Dura a vida, o ciclo de aprender, a aprender a ser, a ser. No final, no fim, esse
saber da «Soberania sobre os Saberes» é supremo. Tem Domínio. Não tem coacção
alguma. Governa com absoluto poderio. Sem arbítrio. Sem fraqueza. É a Alma dos
Povos. Na idade dos mercadores é uma sentença irrevogável. É decisiva. Tem a
simpatia de ser protectora. Prevalece sobre a miséria. Transporta a liberdade. Vive em
Paz. Não tem gesto alto. Não tem soberba. Não semeia ilusões. Não colhe frustrações.
Não é renunciável. É humilde. É a ciência da arte do artífice e do Arrais que faz
“Marinha do Tejo”. É, para toda a crise, o remédio soberano.

18:40/19:00 Debate
Período reservado a perguntas e ao debate de ideias sobre a temática versada na
conferência. Após as 19:00, o debate terá continuidade numa confraternização no
Stand da «ANMPN/Marinha do Tejo», onde será servido um Café aos participantes.

2009-01-12

Tai Chi Taoista no Parque das Nações

Filed under: Última Hora — amcpn @ 10:29

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2009-01-09

CENTRO DE SAÚDE DO PARQUE DAS NAÇÕES

Filed under: Última Hora — amcpn @ 17:43

Acabamos de ser informados pela Administração Regional de Saúde Lisboa e Vale do Tejo de que foi adjudicado o projecto de arquitectura e especialidades do nosso Centro de Saúde, sendo brevemente assinado o respectivo contrato.

Após a conclusão do projeco, seguir-se-á o lançamento do concurso para a construção do edifício.

A Direcção da AMCPN

2009-01-08

Antenas Vodafone - Desenvolvimentos recentes

Filed under: Última Hora — amcpn @ 14:05

Este é um tema que continua a merecer o nosso acompanhamento com muita preocupação, dados os refexos que já está ter a ter na vida de alguns moradores.

Seguem-se documentos que dão nota dos mais recentes desenvolvimentos do assunto:

junta-freguesia-moscavide-antenas-vodafone-20081210-1-reduzido.jpgjunta-freguesia-moscavide-antenas-vodafone-20081210-2-reduzido.jpgjunta-freguesia-moscavide-antenas-vodafone-20081210-3-reduzido.jpgjunta-freguesia-moscavide-antenas-vodafone-20081210-4-reduzido.jpgjunta-freguesia-moscavide-antenas-vodafone-20081210-5-reduzido.jpg4145_001.jpg

Parque das Nações …

Filed under: Última Hora — amcpn @ 10:51

… o melhor….
A institucionalização de reuniões mensais entre a AMCPN e a Administração da Parque Expo – Gestão Urbana do Parque das Nações, SA, bem como o saudável clima de diálogo que as mesmas permitem, na busca das melhores soluções para os problemas com que nos vamos defrontando no Parque das Nações.
A existência de iluminações de Natal, que pese embora tratar-se, apenas, de duas árvores luminosas – uma na Rotunda Sul e outra na Rotunda dos Vice-Reis – registamos com muito agrado.
A programação pela Parque Expo – Gestão Urbana, das seguintes intervenções:
-    arranjos exteriores no PP5;
-    colocação de lombas de controlo de velocidade na Via do Oriente;
-    implementação de medidas disciplinadoras do estacionamento no PP4;
-    elaboração de um estudo de tráfego para a área central do Parque das Nações, de forma a definir acções que sustentem um padrão de tráfego adequado.
… e o pior
A pouca atenção, apesar dos nossos apelos, de alguns moradores ou visitantes à higiene do espaço público, traduzida, sobretudo, na colocação de resíduos na via pública e não recolha dos dejectos dos seus animais.
Esta é uma questão relevante para a nossa qualidade de vida. E, além do mais, atitudes destas retiram-nos argumentos na exigência que fazemos, junto das entidades responsáveis pela limpeza urbana, para que a mesma seja de qualidade.
Dada a gravidade da situação, está é uma matéria, que, lamentavelmente, não poderemos deixar de manter entre o que consideramos de pior no Parque das Nações.
Também a pouca atenção da Polícia de Segurança Pública ao estacionamento em contravenção, justifica a inclusão deste tema no que de pior se vê no Parque das Nações.
Efectivamente, há muitas situações de flagrante violação das normas de estacionamento, bem visíveis nas artérias por onde circulam os agentes – a pé ou no carro patrulha -,  traduzidas, nomeadamente na obstrução de passadeiras e acessos a garagens, que não são objecto de intervenção dos mesmos.
E, para bem da mobilidade no Parque das Nações, é necessário que o façam, já que a falta de civismo desses infractores, lamentavelmente não é permeável aos apelos ao respeito pelos outros e só pode ser condicionada pela punição severa das autoridades.
Apelamos, pois, a uma maior atenção da Esquadra da PSP a esta grave situação.

A Direcção da  AMCPN

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