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2009-07-30

Câmara Municipal de Lisboa Aprova Construção de Escola no Parque das Nações

Filed under: Escolas, Última Hora — amcpn @ 8:28

Em reunião pública, ontem realizada, em que a a AMCPN esteve presente, foi anunciada a aprovação do protocolo entre a a autarquia, a DREL e a Parque Expo, para a construção da Escola Básica Integrada na zona sul do Parque das Nações.

A escola abrirá em Setembro do próximo ano - 2010 - e terá 12 salas de aulas do 1.º ciclo e 4 salas de aulas do pré-escolar. A sua capacidade total será para 380 alunos.

Esta é, pois, uma excelente notícia para o Parque das Nações, que só peca por tardia, como o compram as centenas de crianças que não têm conseguido acesso à Escola Vasco - já com a sua capacidade praticamente duplicada - constítuindo, anualmente um drama para as mesmas e um sacrifício acrescido para os pais, que se vêm obrigados a colocá-las em escolas dos Olivais, a quatro ou cinco quilómetros de distância, ou recorrer a colégios privados, com custos que constituem uma enorme sobrecarga financeira para os respectivos agregados familiares.

Vamos, pois, confiar que a promessa seja cumprida.

Nós continuaremos atentendos e a pressionar para que, de facto, em Setembro do próximo ano tenhamos a dita escola a funcionar.

Entretanto, a solicitação de alguns associados, divulgamos uma petição que tem estado a circular sobre a exclusão de algumas crianças na entrada para a Escola Vasco da Gama, no ano lectivo 2009/2010.

Os  interessados poderão aceder à mesma em:  http://www.peticao.com.pt/escola-basica-vasco-da-gama

A Direcção da AMCPN

2009-07-26

Regata de Inauguração da Marina do Parque das Nações - Dia 15 de Agosto

Filed under: Última Hora — amcpn @ 20:50

percurso-2.jpg linha-de-chegada.jpg

Por o acontecimento ser da maior relevância para todos nós, moradores, comerciantes, empresários em geral ou, simples amigos do Parque das Nações e da cidade de Lisboa, junto transcrevemos a comunicação da Associação Náutica da Marina do Parque das Nações, relativamente à abertura da nossa Marina.
“A Marina do Parque das Nações reabre no dia 15 de Agosto.
A Regata da Marinha do Tejo - Atlântico Azul - associa-se ao evento.

Após sete longos anos de encerramento, a Marina do Parque vai, finalmente, reabrir, restabelecendo assim a Saída para o Mar da Expo dos Oceanos.

Não se trata de uma Nova Marina, e por isso é que falamos de “Reabertura”, mas sim de uma Marina Nova, onde foram corrigidos os problemas que afectaram a anterior infra-estrutura e que conduziram ao seu encerramento.

Os mecanismos de controlo de assoreamento (dique, comportas e anteporto) introduzidos nesta solução, serão com certeza uma referência para outros locais do Grande Estuário do Tejo, afectados também por índices elevados de assoreamento.

Para os associados da ANMPN, o dia 15 de Agosto passará a constituir o dia da comemoração do “regresso a casa”, depois de sete anos dispersos por outros locais, aguardando a tantas vezes adiada, obra de reabilitação da infra-estrutura.

Valeu a pena toda a luta incansável que a ANMPN travou ao longo dos sete anos, para termos a “nossa” marina de volta. A todos aqueles que pelas mais variadas formas nos apoiaram nessa luta, endereçamos um caloroso agradecimento, esperando poder continuar a contar com a sua ajuda na construção e dinamização de um pólo de animação e de divulgação náutica na nova infra-estrutura.

Nada melhor para comemorar a reabertura da Saída para o Mar da Expo dos Oceanos, do que poder contar com a participação da Marinha do Tejo que, associando-se ao evento da Reabertura da Marina, efectuará a sua tradicional Regata do Atlântico Azul com destino ao Parque das Nações. Trata-se da Regata que comemora a Descoberta do Oceano, união de todos os Oceanos efectuada pelos Portugueses que descobriram que os Oceanos da Terra estão ligados entre si e são, de facto, um único Oceano e que é possível unir toda a Humanidade pelas estradas do Mar que entretanto os Portugueses, também, inventaram e abriram. Abaixo, encontra-se um Link, onde poderá ser efectuado o download do documento com o significado da Bandeira da Marinha do Tejo, que simboliza esta Descoberta.

A linha de Chegada da Regata estará localizada em frente à Porta do Tejo no Parque das Nações, onde as embarcações da Marinha do Tejo deverão começar a chegar cerca das 11:00.

A Largada será efectuada às 09:00 do Cais dos Vapores no Montijo. As Faluas e as Canoas deverão efectuar o percurso indicado no Mapa abaixo (lado direito), contornando o Pilar Norte da Ponte 25 de Abril, deixando-o por Estibordo, e rumando para montante, em direcção ao Parque das Nações.

Os Catraios saem do Canal do Montijo e podem rumar directamente ao Parque das Nações.

A Linha de Chegada estará situada a montante da Marina do Parque das Nações, no alinhamento da Bóia CR8 e de um mastro com a Bandeira da Marinha do Tejo, colocado no Cais da Porta do Tejo no Parque das Nações (mapa abaixo do lado esquerdo).

Após cruzarem a Linha de Chegada, as embarcações entrarão na Marina onde haverá um almoço de confraternização entre as tripulações da Marinha do Tejo e as tripulações dos Associados na ANMPN, o qual, será oferecido pela Sociedade MPN – Marina do Parque das Nações.

Depois do almoço, e no âmbito da confraternização entre as tripulações de todo o tipo de embarcações presentes na marina, efectuar-se-ão passeios no Rio Tejo em frente ao Parque das Nações, entre o Cais da Matinha e a Foz do Rio Trancão.

O Júri da Regata do Atlântico Azul será constituído por:

Presidente do Júri:

Almirante José Bastos Saldanha - Presidente da Direcção da Marinha do Tejo;

Vogais:

Eng.º Vilar Filipe - Administrador da Sociedade MPN - Marina do Parque das Nações;

Eng.º Paulo Andrade - Presidente da Direcção da ANMPN.

A estimativa das horas de passagem nos diferentes locais do percurso é a seguinte:

Catraios:

10:00 Mar da Palha entre o Montijo e Sta Apolónia;
11:00 Parque das Nações (Porta do Tejo - Linha de Chegada);
11:30 Entrada na Marina do Parque das Nações.

Faluas e Canoas:

09:30 Mar da Palha entre o Montijo e Sta Apolónia;
10:30 Alcântara / Pilar Norte da Ponte;
11:00 Praça do Comércio;
12:00 Parque das Nações (Porta do Tejo - Linha de Chegada);
12:30 Entrada na Marina do Parque das Nações.

Como é óbvio, tratam-se apenas de estimativas, pois dependem das condições de vento no Estuário do Tejo, na manhã do dia 15 de Agosto.”

2009-07-16

A CARTA ESTRATÉGICA DE LISBOA E O PARQUE DAS NAÇÕES

Filed under: Última Hora — amcpn @ 17:44

Marco Neves — AMCPN — Julho 2009

O Parque das Nações é o bairro mais recente da cidade de Lisboa. Acreditamos que este bairro pode ter um papel importante na concretização da Carta Estratégica de Lisboa, cuja proposta foi entregue à Câmara no passado dia 3 de Julho, no Teatro S. Luiz, sessão em que a AMCPN esteve representada.

As propostas apresentadas para Lisboa no período de 2010-2024 vão ao encontro daquilo que defendemos para o Parque das Nações e para a cidade. Assim, gostaríamos de apresentar alguns pontos no âmbito da discussão pública da Carta Estratégica, de forma a integrar o Parque das Nações nesta nova ideia para a cidade. Afinal, o Parque das Nações é a zona da cidade onde a aplicação da Carta poderá ser mais rápida, podendo servir como catalisador das ideias expressas no documento agora em discussão.

A Carta aponta para uma “cidade de bairros”. Estes bairros deverão ter todas as valências duma cidade, de forma a permitir que a população se desloque a pé ou de transporte público. Deverão ainda oferecer aos seus cidadãos espaços verdes, oferta cultural e locais de participação cívica. Para tal, cada bairro deverá ter massa crítica e deverá estar interligado com os restantes. Torna-se também óbvio que cada bairro deve ter estruturas representativas e políticas próprias.

A AMCPN acredita que o Parque das Nações está no bom caminho para se transformar num destes bairros da cidade de Lisboa do futuro. Mais: este bairro a Oriente pode servir de incentivo para a transformação da cidade. É um verdadeiro bairro polivalente, com empresas, habitação, serviços e oferta cultural. Em termos sociais, ao contrário do que é a opinião comum, o Parque das Nações é uma das zonas mais abertas da cidade, com visitantes de todas as zonas do país e todos os extractos sociais, que se encontram, especialmente ao fim-de-semana, para passear na sua extensão aberta ao rio, concretizando na prática o velho sonho de aproximar de novo Lisboa ao rio. O Parque das Nações é um novo centro de Lisboa — o centro onde toda a população de Lisboa se encontra: habitantes, trabalhadores, visitantes, famílias, turistas, jovens, etc. Aqui, criamos Lisboa todos os dias.

Por isso, é fácil fazer do Parque das Nações um exemplo para a cidade, um dos locais que mostra a Lisboa que é possível viver melhor e fazermos numa cidade melhor. O que aqui se fizer de bom tem um impacto directo e significativo no resto da cidade. É por isso que o Parque das Nações é importantíssimo para a discussão da Carta Estratégica de Lisboa.

Dentro daquilo que acreditamos ser o melhor para o nosso bairro e para a nossa cidade, defendemos as seguintes propostas, no âmbito da Carta Estratégica de Lisboa:

•    O Parque das Nações deve ter uma administração coesa, para que este verdadeiro bairro-piloto duma cidade do futuro não se perca numa divisão anacrónica em três freguesias e dois concelhos. Assim, no âmbito da reorganização administrativa da cidade proposta pela Carta Estratégica, defendemos a inclusão do Parque das Nações num só distrito urbano (incluindo a criação duma freguesia própria, se as freguesias se mantiverem), integrado na cidade de  Lisboa.
•    A oferta de transportes públicos interna deve ser reforçada, para evitar que a deslocação entre as várias zonas do bairro se faça sempre de carro. O eléctrico rápido e a rede de autocarros são as soluções que nos parecem mais viáveis.
•    O Parque das Nações deverá ser integrado com o resto da cidade. O eléctrico rápido é uma boa solução, bem como uma boa rede de autocarros.
•    As zonas pedonais do Parque das Nações devem ser mantidas e o trânsito deve ser regulado, para que o bairro não se afogue em carros e se mantenha aberto a toda a população.
•    Deverão ser construídas mais escolas, para que as crianças cresçam no seu bairro, criando a comunidade do futuro.
•    O Parque deve ter um papel de destaque no que toca ao mar e ao rio, sublinhando a imagem de Lisboa como cidade ribeirinha e marítima, com três milénios de história e ligações a todo o mundo. A Doca dos Olivais, a frente ribeirinha aberta, o Oceanário e a Marina permitem oferecer à cidade uma ligação estreita com o rio e com o mar. O Pavilhão de Portugal também poderá desempenhar um papel importante neste âmbito. Uma das ideias que poderá ser implementada para sublinhar e concretizar esta vocação é a criação duma escola ou instituição de ensino superior relacionada com o mar e com o oceano.
•    O Parque das Nações é uma das faces da cidade de Lisboa, representando a sua modernidade e a sua ligação ao rio e ao oceano — e, por isso, também à sua história. Os equipamentos culturais existentes ou a criar deverão reforçar o cariz de centro cultural que o bairro já tem.

Estamos convencidos que o Parque das Nações pode desempenhar um papel muito importante para o futuro de Lisboa. Temos as condições para ser um bairro-piloto na cidade que Lisboa quer ser: moderna, integrada, ligada ao rio, com bairros fortes. Somos um bairro a partir da qual a marca Lisboa pode surgir como junção do histórico e do moderno, do património e da inovação, com especial enfoque no rio e no oceano. Somos um bairro de habitação, comércio e serviços, ligado ao Tejo, unido à história recente da cidade. Temos as condições e a vontade de participar na evolução da cidade dos próximos quinze anos em direcção a uma urbe mais equilibrada e amiga dos cidadãos.

Quanto a nós, população do Parque das Nações, estamos empenhados em criar um bairro que seja o exemplo para o resto da cidade no que toca à participação dos cidadãos. Para isso, orgulhamo-nos das instituições já existentes, como a Associação de Moradores, o jornal Notícias do Parque, a Paróquia de N.º Sr.ª dos Navegantes, o Clube Parque das Nações, a Associação Náutica da Marina, etc. Acreditamos que, para além de todas as políticas e estratégias, é a partir da população de cada bairro que a cidade se cria e se renova. É por isso que continuaremos a incentivar habitantes, visitantes, empresas, associações, etc. a participarem no desenvolvimento deste bairro do futuro de Lisboa.

Lisboa não pode desperdiçar a oportunidade que este bairro novo representa.

Assembleia Geral Ordinária

Filed under: Última Hora — amcpn @ 17:41

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL

CONVOCATÓRIA

Nos termos do art.º 11.º dos Estatutos, convoco a Assembleia Geral Ordinária para o próximo dia 28 de Julho de 2009, pelas 21:30 horas, que reunirá na Sede da Associação, situada no Parque do Tejo, Casa do Arboreto, com a seguinte ORDEM DE TRABALHOS:

1.Informações;

2.Apreciação e votação do Relatório e Contas do ano de 2009;

3. Apreciação e votação do Orçamento para o ano de 2009.

Nos termos do § uníco do art.º 14.º dos Estatutos, caso à hora marcada não estejam presentes metade dos sócios com direito de voto, a Assembleia terá início meia hora depois com qualquer número de presentes.

Parque das Nações, 15 de Julho de 2009

O Presidente da Mesa,

António Barroso d’Andrade

Notas sobre a vida do Parque das Nações

Filed under: Última Hora, GESTÃO URBANA — amcpn @ 17:38

1. Segurança

Entre as preocupações que estão na agenda de moradores e comerciantes do Parque das Nações, conta-se a segurança, não por termos aqui um índice de criminalidade alarmante, mas, sobretudo pelo que se vê, ouve ou lê, diariamente, na comunicação social, a respeito do país em geral.
E como “cuidados e caldos de galinha”, nunca fizeram mal a ninguém é compreensível – diria, mesmo, que salutar -, que todos nós nos preocupemos com a segurança pessoal e dos nossos próprios bens.
Interpretando este sentimento geral, iniciámos reuniões regulares com o comandante da nossa Esquadra de Policia, Subcomissário Pita Santos, para irmos trocando informação sobre a evolução da criminalidade no Parque das Nações, bem como as medidas preventivas que cada um nós pode e deve tomar, de forma a que o fenómeno não nos afecte sobremaneira.
É que, desde logo, todos temos de ter presente que o primeiro agente da nossa segurança devemos ser nós próprios, começando por interiorizar e seguir os conselhos das autoridades sobre essa matéria. E neste sentido, consideramos da maior relevância a parceria iniciada há poucos meses entre o Notícias do Parque e a 40.ª Esquadra da PSP, traduzida na colaboração regular do Subcomissário Pita Santos numa rubrica em que nos fala do tema segurança.
E quem melhor do que o comandante da nossa Esquadra para vos (nos) falar dessas matérias?
Quanto a isso, damos a palavra ao especialista, apelando-se, apenas a que leiam e sigam os seus apelos, nomeadamente, quando pede a colaboração de cada um de nós num projecto de segurança que tem – só pode -, ser de todos.
Nessa linha de entendimento, se insere o acordo entre as partes – 40.ª Esquadra e AMCPN -, para as reuniões mensais que agora se iniciaram, sem prejuízo de outras que se possam justificar, para troca de informação sobre as questões de segurança do Parque das Nações.
E dessas reuniões, fica-nos a certeza de que a Esquadra tudo fará para que, com a indispensável colaboração de cada um de nós, o Parque das Nações continue a ser um dos bairros mais seguros da cidade de Lisboa.
Salienta-se, ainda, que, tendo sido manifestada a nossa preocupação por alguns moradores considerarem insuficiente o policiamento na zona sul, o Subcomissário Pita Santos, nos assegurou que iria analisar a situação e ver se será possível melhorar esse serviço.
Finalmente, apelamos a que nos transmitam, regularmente, as vossas preocupações sobre os diversos aspectos de segurança no Parque das Nações, bem como ocorrências de que tenham sido vítimas ou de que venham a ser conhecedores. As mesmas serão reportadas por nós ao Comandante da Esquadra, nas reuniões regulares, para que possa tomar medidas que, eventualmente, se justifiquem.

2. Urbanismo
Prosseguimos com as regulares reuniões com a Parque Expo – Gestão Urbana, a última das quais teve lugar no passado dia 6 de Julho.
Tivemos, então, oportunidade de manifestar a nossa preocupação e desejo de resposta a diversas questões, nomeadamente, mobilidade no troço central da Alameda dos Oceanos, sendo certo que somos contrários a um eventual descondicionamento do tráfego automóvel; estacionamento caótico em diversas artérias da zona sul; acrílicos partidos na Torre da Galp; fraco policiamento na zona sul.
Foi-nos garantido que, relativamente às matérias dentro das suas competências, irão procurar dar uma resposta positiva.
Tomámos, ainda, conhecimento de que, a partir deste número, inclusive, passará ser publicada pela Parque Expo – Gestão Urbana no Notícias do Parque  informação sobre as medidas tomadas e obras executadas ou em preparação para o curto prazo.
Consideramos esta uma boa medida e para não corrermos o risco de andarmos a replicar, desnecessariamente, informação, vamos aguardar pela saída do presente número do Notícias do Parque, para vermos se o  que for publicado responde às expectativas.

A Direcção da AMCPN

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